Episódio XI

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DRATTILA, O QUINTO GUERREIRO?



exército de Glaxus não conseguia compreender que força era aquela, que poder era aquele que se aproximava. Mesmo o exército do Príncipe Eive, que articulara o ataque, estava impressionado com a aproximação dos quatro cavaleiros mágicos: o Príncipe Eive, Ekin, Afles e Norax. Com poucos golpes, soldados inimigos eram arremessados para longe pelas armas dos cavaleiros mágicos. A batalha tornara-se nitidamente injusta para os inimigos.

- Soltem suas armas, estrangeiros! Rendam-se! - Gritava o príncipe Eive para os inimigos.

Assustados com o poder exibido que jamais sonharam existir, a maioria dos soldados do exército de Glaxus arremessava suas armas ao longe, pedindo misericórdia. Outros insistiam em atacar, e neste caso, não havia outra opção senão matá-los. Quem não se rendesse e permitisse ser amarrado, morria. A vitória de Eive e seu exército era inevitável.

No outro extremo do vale, Rei Glaxus via seu exército ser nocauteado. Percebendo que a derrota total era só uma questão de tempo, iniciou seu plano B: Conclamou seus soldados mais próximos e partiram velozmente sobre seus cavalos em direção ao Castelo Gni, o castelo ozin. Pretendia queimar e assassinar toda a população do castelo como último recurso para sair desta história com honra.

Um dos soldados que fora derrotado, um ozin que servia a Glaxus porque o exército ameaçava sua família, denunciou os planos do Rei de atear fogo na população do castelo aos quatro cavaleiros.

Eive pediu para que Afles e Norax ajudassem a vigiar os derrotados e cuidar dos feridos.
O príncipe chamou Ekin, e ambos partiram sobre seus cavalos na tentativa de evitar que Glaxus chegasse ao castelo e consumasse sua vingança. Mas Glaxus galopava a centenas de metros de vantagem sobre Eive e Ekin. Por mais que o poder mágico fornecesse força aos cavaleiros, seus cavalos não possuíam poderes especiais.

E, para dificultar, alguns soldados de Glaxus abandonavam o percurso e ficavam para trás com a intenção de atrapalhar a aproximação de Eive e Ekin. Claro que estes soldados eram mortos como se fossem presas. Mas a estratégia funcionou: a distância entre os cavaleiros mágicos e Glaxus era maior do que a distância que havia entre Glaxus e o castelo. Dificilmente alguma coisa poderia ser feita.

Para Glaxus, só faltava atravessar uma extensa ponte de madeira sobre o rio Gni, o rio que dava nome ao castelo, para dali a trezentos metros, subir a montanha que dava acesso a este mesmo castelo.

...

No vale que fora campo de batalha, com todos os inimigos mortos ou imobilizados, a população ozin comemorava. Bebiam e festejavam serenamente, para manter os inimigos sob seus olhos.

Alguns soldados, liderados pelo mago Daxat, voltaram para a caverna para buscar o restante da população que lá ficara sob abrigo. Outros, liderados por Afles, seguiram na direção de Ekin e Eive para tentar apagar o fogo do castelo, caso o príncipe não conseguisse chegar a tempo, e salvar quem fosse possível. Outros ainda, ficaram sob a liderança de Norax para cuidar dos derrotados.

Drattila, o antigo chefe do exército do rei Eibe, estava maravilhado com o poder e os recursos que os quatro cavaleiros exibiram na batalha. Era certo que precisava tornar-se um deles.

Sabendo que Norax era nitidamente heterossexual, já que antes de ser convocado para tornar-se guerreiro mágico transara somente com mulheres, Drattila ofereceu um “presente” ao guerreiro.
Disse aos seus ouvidos, que preparara uma moça de sua família, virgem, para que o mesmo pudesse servir-se sexualmente desta naquela tarde, em comemoração à vitória do exército de Eive.

Afles, ao tentar transar com sua esposa, percebeu que depois de se tornar um guerreiro mágico, só sentia tesão por homens. Como Norax não havia tentado experimentar mulher alguma depois de transar com os outros três guerreiros mágicos, não titubeou em aceitar a oferta de Drattila. Comer uma garota de uma família importante de Ozen poderia limpar sua barra com as outras garotas, já que muitos o viram ser “usado” sexualmente pelo outros guerreiros.

Drattila serviu boas doses de vinho a Norax, que após colocar soldados de confiança para vigiar os prisioneiros de guerra, seguiu com Drattila para uma mata fechada um pouco distante dali.

- Onde ela está? A moça virgem? – Perguntou Norax nitidamente bêbado. Drattila colocara um reforçador para deixar Norax mais bêbado que o normal, mas consciente o suficiente para transar...
- Calma, senhor! Pedi para que ela aguardasse aqui... Mas olhe, ela é uma moça tímida e muito conhecida. Por isso, ela quer que o senhor fique de olhos vendados durante o ato...
- Isso está muito estranho.
- Confie em mim, senhor.

Drattilla vendou os olhos de Norax e afastou-se um pouco, para banhar-se num rio ali ao lado. Perfumou-se com cheiro de ervas e flores como faziam as mulheres do vilarejo.

Nu, aproximou-se de Norax. Norax estava sentado, apoiado numa árvore. De olhos vendados, permitiu ser tocado por luvas que Drattila usava nas mãos para disfarçar seus dedos grossos e calejados por batalhas. Drattila baixou um pouco as calças de Norax e visualizou o pau do guerreiro que já estava latejante, e babando por sexo.

O pau era grande, e grosso, cheio de veias... Mas Drattila não se conteve, sua fome de poder era maior do que o desejo que não sentia por outra pessoa do mesmo sexo. Tratou de chupar o pau de Norax como se fosse a mais delicada das fêmeas.

Mas Norax não era idiota e não iria correr o risco de ser atraiçoado por Drattila, quiçá assassinado. Havia levantado um pouco a venda e observava espantado um dos homens mais respeitados e temidos do reino, casado e pai de vários filhos a mamar com gosto sua rola, como se fosse uma puta de bar barato. Ser o macho de um homem que sempre fora muito respeitado pela sociedade era muito interessante...

Drattila chupava, tomando o cuidado de não desperdiçar uma só gota de saliva ou de baba de pau. Engoliria tudo que aquele pau abençoado poderia oferecer.
Foi quando Norax interveio:

- Sei que és virgem, nobre donzela! E para que mantenha esta virtude, peço que me ofereça seu ânus para que possa consumar minha luxúria sem desrespeitar-te.

Drattila, crente que estava a enganar Norax, feliz da vida, posicionou-se agachado, de costas para Norax e com as mãos foi conduzindo o pau do Guerreiro Mágico para dentro de si.

O pau era grande e grosso, e seu cu oferecia resistência, até por causa da posição de Drattila.

- Calma donzela, deixe-me facilitar seu serviço... – Disse Norax, encharcando a mão com cuspe e espalhando sobre seu pau e dentro do cu de Drattila, com seus dedos.

Apesar da dificuldade, o pau de Norax invadia gradativamente as entranhas de Drattila, que nunca imaginara que algo do tipo pudesse ser tão dolorido e tão prazeroso ao mesmo tempo...

- Vai donzelinha, faz o papai feliz... Cavalga no meu pau.

Drattila começou a fazer movimentos de sobe e desce... E o imenso pau começou a se acomodar melhor. Ter o cuzinho virgem invadido daquela forma era um tanto desconfortável para um homem que realmente gostava de mulheres, mas Drattila foi habituando-se e em nome do poder, para ele, tudo era válido...

Rebolava feliz da vida em cima daquela pica, mais pelo prazer de saber que chegaria mais perto de tornar-se um guerreiro mágico, do que pela fantástica sensação de ter um pau dentro de si pode proporcionar...

Logo Norax goza... E Drattila sente suas entranhas serem inundadas a cada vez que aquele volume dentro de si lateja. Sente um comichão percorrer suas veias... Dera um grande passo na tentativa de alcançar sua meta de se tornar um dos guerreiros mágicos.

...

Glaxus galopava e olhava para trás. Viu que todos seus soldados auxiliares foram abatidos ou assassinados em confronto. Mas agora lhe faltava só atravessar a ponte e chegar ao castelo. Eive e Ekin nunca o alcançariam. Mas entre Glaxus e a ponte surge uma figura misteriosa.

Sobre um cavalo, surge um enorme cavaleiro, muito forte, que usa uma brilhante armadura metálica azul, nunca vista ou imaginada por Glaxus (ou qualquer outra pessoa do reino).
Este cavaleiro desembainha sua espada e corre à frente do rei, bloqueando o acesso à ponte.
Nitidamente, ele não é aliado do rei. Glaxus está encurralado.




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