Episódio V

Published by Vilser Vaittim under on 13:41
NORAX, O QUARTO GUERREIRO

kin chega ao vilarejo acompanhado de Afles.
Uma grande festa de recepção foi preparada para receber nosso herói.
Eive é o primeiro a abraçá-lo. E ainda comenta em seu ouvido:

- Fico grato em saber que és um dos cinco Guerreiro Mágicos.
- Eu sou um dos Cinco Guerreiros Mágicos?
- Sim! A semente que lhe foi introduzida lhe deu poderes especiais! Você se tornou um dos guerreiros mais poderosos já vistos sobre a face da Terra!

Ekin responde:

- Eu é que fico grato em ter a honra de poder ajudar a vossa majestade. E espero que consigamos colocá-lo em seu trono muito breve.

Afles se encontra com sua esposa, Eliant. Eliant fica muito feliz em vê-lo, e pouco importava para ela naquele momento, saber que seu marido teve que relacionar-se sexualmente com o forasteiro. O importante para ela é que Afles estava são e salvo.

Mas Afles, embora contente por ver sua esposa novamente, estava confuso. Sentiu um forte aperto em seu peito ao ver Eive cumprimentar Ekin com tanto carinho. Não compreendia, mas, no fundo, sentia que Ekin era agora de sua propriedade, já que foi o responsável por transformá-lo num Guerreiro Mágico. Ficara maravilhado com a sensação única que teve ao gozar dentro do bárbaro.

Não sabia se seu gozo foi tão estupendo por estar enfeitiçado, ou se a bunda de Ekin tinha um formato único, que jamais experimentara em uma mulher. Aquela transa não lhe saía da cabeça.

...

A festa de recepção estava a toda. Atravessava a noite. Muita cerveja e muito vinho regavam toda a população do vilarejo, que estava bem isolada do resto da ilha. Eive ocupava uma espécie de trono improvisado, em cima de um palco, enquanto o povo festejava. Ekin estava numa cadeira menor à sua direita, e um senhor de idade numa cadeira ao lado esquerdo de Eive. Num determinado momento, o senhor de idade sussurrou algo no ouvido de Eive.

Eive levanta-se. E pede a atenção de seu povo. Apresenta Ekin como um dos cinco guerreiros mágicos criados para ter forças sobrenaturais e assim ajudá-los na reconquista da ilha de Ozen. Quando uma das pessoas ali presentes, levanta a mão e pergunta:


- E como faremos para localizar os outros quatro?

O senhor idoso, um sábio mago que governava o vilarejo, tomou a frente e disse:


- Não faltam quatro. Faltam somente dois.

O povo espantou-se. O mago prosseguiu:

- Nosso príncipe é um Guerreiro Mágico! Possui poderes mágicos concedidos pelos Elfos. Por isso ele sobreviveu durante semanas, exilado na Floresta Morta.

- E quem é o terceiro? – Gritou Afles, aproximando-se do palco.
- Ora jovem, - Respondeu o sábio. – Bem sabes que foi dotado pelos Elfos da capacidade mágica de transformar Ekin em um novo homem. Sabes que também possui poderes sobre-humanos.

O mago deu uma pausa. Levantou bem a voz para que todos pudessem ouvir e dirigiu-se à todos:
- Povo de Ozen, apresento-lhes o terceiro Guerreiro Mágico: Afles!

Eive estendeu a mão ao cavaleiro, que, sob inúmeros aplausos, juntou-se aos que estavam sobre o palco. O sábio se voltou mais uma vez ao público e disse:

- Agora, meu povo, é necessário que nosso futuro Rei e seus cavaleiros conversem sobre táticas de guerra. Bebam e divirtam-se. A noite hoje, é de festa!

O som e a gritaria da festa voltaram com força total, e o Príncipe e os demais guerreiros saíram do palco, alojando-se num grande galpão próximo dali, onde estavam vários outros cavaleiros fiéis ao futuro Rei Eive. Todos estavam sentados em volta de uma mesa imensa, discutindo as estratégias de como derrubar Glaxus do trono usurpado.

Foi quando entre tantas outras perguntas, Afles interveio:
- Príncipe Eive, Mago Daxat. Para melhor sabermos como nos posicionar, devemos saber quando e como os outros dois guerreiros mágicos serão encontrados.

O príncipe Eive completou o raciocínio de Afles com outra pergunta:
- Mago Daxat. Os Elfos não mencionaram de que modo os demais guerreiros seriam encontrados?
- Ainda não, mas descobriremos agora mesmo.

Daxat, o mago, pediu para que todas as luzes fossem apagadas. Ele faria o ritual de invocação das ninfas, para que elas os informassem quais deveriam ser os próximos passos. Quando a escuridão era total, Daxat começou a falar palavras incompreensíveis para Ekin. Provavelmente era algum dialeto élfico. Ekin ouvia em silêncio as palavras ditas pelo mago. Foi quando sentiu um homem aproximar-se. Supondo que era Eive, Ekin não se moveu. E permitiu a aproximação do homem. Todos ali demonstraram ser de absoluta confiança, não seria um atentado. O homem colou seu corpo atrás do corpo de Ekin, e começou a respirar bem próximo à sua nuca. O cheiro de cerveja era comum ali dentro, não seria através do cheiro que Ekin reconheceria o homem atrás dele. O homem começou a beijar a nuca de Ekin.

Ekin, de supetão, resolveu afastar-se. Neste instante, uma luz branca, mas muito suave, começou a entrar pelas janelas.

- O quinto guerreiro será necessário tão somente após a retomada do castelo que está nas mãos de Glaxus. – Disse uma voz feminina, que parecia sair da luz branca. – Mas o quarto guerreiro mágico é necessário para depor Glaxus de nossa parte da ilha. Ele será eleito entre os que estão aqui. A semente dos Elfos o procurará, estejam certos.

A luz branca apagou-se. As tochas voltaram a ser acesas. Ekin procurou pelo homem que o assediou, mas não havia mais ninguém a sua volta. Distraiu-se com a magnitude e beleza da luz que presenciara.

- É hora de dormir - disse Daxat.

- Mas ainda não encontramos o quarto guerreiro. – Disse Ekin.

- Ouvistes bem meu jovem, a semente procurará o guerreiro dentre os que estão aqui. – Enfatizou o mago.

“A semente vai procurá-lo?” – indagava-se Ekin, “será a mesma semente que colocaram em mim?” Ekin olhou para todos os homens daquele recinto. E passou a imaginar como a semente, que provavelmente ainda estava dentro dele, iria encontrar o novo guerreiro.

- Vamos Ekin, é hora de dormir! – disse Eive.

Afles ficou incomodado. Sentiu ciúmes do modo como Eive comandava Ekin. Mas precisava superar aquilo. Era hora de tentar voltar para casa, e tentar esquecer o rabo de Ekin fazendo sexo com sua esposa. Quando se dirigiu à porta, o mago interrompeu os pensamentos de Afles:



- Afles, é necessário que acompanhe Eive e Ekin, o guerreiro precisa ser descoberto o quanto antes, se possível ainda esta noite. É necessário que fique por perto.



- Ah é? Com quantos machos mais eu terei que trepar? – perguntou Afles, irônico.


- Com quantos forem necessários para salvar nosso reino. – Finalizou o Mago, que se retirou em seguida.

Eive saiu do galpão acompanhado de Ekin e Afles. Os três guerreiros seguiram pelo vilarejo, em direção do alojamento real. No meio do caminho, Eive pára bruscamente, como se algo o segurasse.

- Pois não, alteza, o que aconteceu? – Falou Afles, já desembainhando sua espada.
- Eu não sei – disse o Príncipe.- Senti um cheiro estranho.
- Não estou sentindo nada, senhor. – disse Afles.
- Parece que vem de lá. - Disse Ekin, apontando para uma taverna. Lá se encontravam alguns soldados que para lá foram após a reunião.
- Então vamos. - Concordou meio a contragosto, Afles.

Entraram na taverna. Lá, soldados bebiam, cercados de mulheres à sua volta, encantadas com o porte e conversa dos guerreiros. Assim que os três Guerreiros Mágicos entraram na taverna, imediatamente olharam para um grandalhão, belíssimo, com quase dois metros de altura, muito forte, fisionomia italiana, peludo, bronzeado, cabelos negros e ondulados, olhos negros, mãos e pés imensos. Este soldado estava rodeado de moças que não paravam de adulá-lo, e com outros soldados por perto, para quem contava vantagens.

- Você está sentindo o mesmo que eu? – Perguntou Eive a Ekin.
- Estou, alteza. – Responderam Ekin e Afles ao mesmo tempo.

Os três se aproximaram do grandalhão, e Eive ordenou:
- Soldado! Está convocado para defender o reino de Ozen como o Quarto Guerreiro Mágico.
- Como assim alteza? – Perguntou assustado o soldado.
- É sua honra e dever servir ao seu país e ao seu futuro Rei. – Disse Afles, puxando o grandalhão por um de seus ombros, enquanto Ekin puxava pelo outro ombro.
Em seguida, posicionaram o soldado de peito deitado em cima de uma mesa, afastando suas fortes e grossas pernas.

Todos os homens e as mulheres da taverna assistiam estupefatos à cena. Sem reagir. Sem falar.
Afles abaixou a calça do soldado, expondo uma bunda grande, macia, carnuda e peluda para que Eive observasse.

- Mas o que hão de fazer comigo? – Gritava o soldado.
- Qual o seu nome, soldado? – Perguntou o príncipe Eive.
- N-N-Norax.
- Eu o nomeio Sir Norax de hoje em diante, soldado.

Mal terminou de falar, Eive abaixou suas calças, expondo seu pinto duríssimo, que soltava aquele leite mágico quase o tempo todo, com seu cheiro inigualável. Aproximou o pinto do rosto do rapaz, diante dos olhos assombrados dos outros soldados que ali estavam. Atraído pelo cheiro magnético do pinto de Eive, Norax começa a sugá-lo, como se tivesse uma fome de rola insaciável. Ekin, por sua vez, também não conseguia controlar-se, aquele cuzinho peludo parecia ser o lugar mais confortável da face da Terra para enfiar seu imenso caralho. Posicionou-se bem, cuspiu bastante em seu pinto e enfiou dentro do grandalhão de uma só vez, que só não gritou de dor, porque o pinto de Eive adormeceu seus ânimos, tão gostoso era seu sabor. As mulheres assustadas, não entendendo a necessidade daquela violência, olhavam pros outros soldados para que eles interviessem. Mas todos os soldados estavam catatônicos com a cena. Permaneciam imóveis. Não interfeririam na vontade do futuro rei. Ekin e Eive metiam no soldado com toda a libido e desejo que poderia existir neste mundo. Afles suava frio. Também sentia desejo pelo corpo daquele soldado, seu pinto clamava de desejo pelos orifícios daquele grandalhão. Num acesso de loucura, começou a beijar a nuca de Ekin e retirou seu pinto de dentro da calça para penetrar no Viking. Ekin lembrou-se da fungada que levou dentro do salão de guerra. Concluiu que fora Afles a pessoa que o molestara lá na sala de reunião. Mas Ekin não permitiu que Afles o penetrasse. Tirou seu pau de dentro de Norax, e afastou Afles, ordenando que o mesmo se deitasse no chão da taverna. Afles não entendeu, mas deitou-se no chão da taverna com suas calças arriadas e seu pintão apontado para o teto. Eive entendeu o que Ekin queria. O príncipe e o forasteiro levantaram o soldado da mesa e ordenaram que se sentasse sobre o pinto de Afles.
Norax implorava clemência, já havia sido machucado o suficiente.
Ekin olhou em seus olhos e disse:

- Sabe que é necessário, soldado.

Com amargura no rosto, causada pela vergonha das pessoas ao seu redor, Norax obedeceu, e alojou o pinto imenso de Afles dentro de suas entranhas, sentando-se sobre ele, com seu rosto voltado para o de Afles. Ekin aproximou o corpo de Norax bem junto ao de Afles. O Viking explorava com o dedo o ânus do grandalhão enquanto Afles socava sem piedade dentro de seu cuzinho peludo. Foi quando Ekin posicionou-se atrás de Norax, e este sentiu mais uma coisa quente e pulsante aproximar-se próximo de seu rabo.

- Não, isso não...

E antes que Norax se recusasse a ser duplamente penetrado, o príncipe Eive se aproximou e agachou-se, posicionando seu pinto perfumado entre os rostos de Afles e Norax que estavam próximos. Norax e Afles, hipnotizados, dividiam o caralho de Eive. E Norax permitiu ter seu rabo duplamente arrombado por aqueles dois imensos caralhos.

As mulheres saíram do recinto. Os outros soldados continuaram a olhar, sem sequer se mover. Muitos estavam gostando da cena...

Depois de uma foda frenética, os três gozaram quase simultaneamente, encharcando todos os orifícios de Norax com suas porras mágicas. Como sempre, do pinto do príncipe Eive saía tanta seiva que encharcava os rostos de Norax e Afles, quase os afogando.

Era a vez de Norax sentir um poder inominável tomar conta de todo seu corpo, uma super-força que percorria todo seu sangue. Sentia-se mais forte e saudável do que nunca imaginara.

Os quatro saíram juntos do recinto, como se aquela situação fosse a mais corriqueira da face da Terra. Alguns soldados foram embora. Outros ficaram por ali mesmo, para aliviar seu tesão com outros soldados à exemplo de seu futuro Rei.

A guerra já poderia ser iniciada. Quatro Guerreiros já foram escolhidos.



Voltar 1 2 3 4 5 Avançar

0 comentários:

Postar um comentário

 

Quem sou eu

Seguidores