Episódio VIII
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eguindo a ordem de Afles, todos os soldados se reúnem no saguão do exército.Dentre eles, havia um soldado muito incomodado com os destinos de todos naquele vilarejo.Seu nome era Drattila.Drattila não era um soldado qualquer.Há até pouco tempo atrás, ele era o chefe do exército do Rei Eibe, pai de Eive.Porém, sua importância e respeito entre os soldados diminuíram muito desde que se anunciou que Cinco Guerreiros Mágicos seriam escolhidos, e que somente eles, com seus poderes sobrenaturais seriam capazes de salvar Ozen das mãos dos invasores estrangeiros.Dratilla sentia-se fora das principais decisões estratégicas do futuro reino de Eive. Queria ter sua cota de poder novamente. Decidiu que a qualquer custo, ele seria o quinto guerreiro. E ele sabia que só havia uma maneira de tornar-se um deles. Assim como aconteceu com os demais Guerreiros Mágicos, ele deveria ser procurado pela semente, ou seja, ter o esperma dos cinco guerreiros dentro dele.
Embora fosse heterossexual, Dratilla jamais desperdiçaria a chance de ser parte de uma elite dentro de Ozen. Ali naquela noite, naquela reunião, resolveu colocar seu plano em prática...
Procurou Norax, o quarto guerreiro, e resolveu oferecer-lhe uma cerveja.
...
No quarto de Ekin, Eive tira a roupa.
- E então Ekin, não vai ficar nu para que possamos “consumar” sua vingança?
Ekin levanta-se da cama.
Abre suas calças, mas não as abaixa...
Eive, completamente nu, aproxima-se dele e diz, balançando seu pau com a mão:
- Não desejas mais a meu falo, forasteiro?
A ereção de Eive e o cheiro de seu pênis, mais uma vez hipnotizam Ekin. O viking agacha, e de joelhos, cai de boca no pau do amigo. O Príncipe segura firme a cabeça do bárbaro com as mãos, e anda devagar para trás, de costas, puxando a cabeça de Ekin, para que a boca não saia do pinto. Senta-se na cama. Ekin não para de sugar o falo de Eive, não deixa escorrer nem a saliva de sua própria boca, para sentir melhor o sabor daquele membro tão único. O príncipe continua a se posicionar melhor, deita suas costas na cama, e virando-se um pouco de lado, coloca também as grossas e fortes pernas sobre a cama, até estar completamente deitado. Sempre pressionando a cabeça do viking para junto de seu membro.
Deitado, Eive começa a movimentar a cabeça de Ekin em movimentos de vai e vem contra seu pinto, tentando fazer um movimento de cópula com a boca do bárbaro, com a intenção de inundar mais uma vez a boca de Ekin com seu leite.
Mas Ekin agarra as mãos do príncipe. E as afasta de sua cabeça.
O viking tira a boca do saboroso pênis de Eive, dizendo:
- Não, vossa alteza. Hoje é a sua vez de se alimentar de meu esperma.
Eive fecha a cara, incomodado, torce os lábios como quem diz: “Até parece...”
Ekin levanta-se e num golpe rápido e certeiro, vira Eive de bruços. Eive permite por achar que aquilo não aconteceria. Seu esperma era nutritivo e hipnótico. Todos que sentiam seu cheiro sentiam vontade de sorvê-lo. Levemente, o príncipe apóia as mãos sobre a cama, como quem quer levantar-se, não permitiria ser penetrado novamente. Posiciona as pernas para erguer-se...
Com suas mãos grandes e fortes, Ekin segura firme cada parte das nádegas de Eive, uma com cada mão, afastando-as e expondo um magnífico botãozinho rosado, e diz:
- Você me deve esta, alteza!
Eive suspira fundo, indignado e contrariado. Apesar da forte dor que ainda sente em seu rabo, resolve aceitar a consumação do ato. Sente que realmente deve isto ao amigo. Deita-se meio de lado e abre suas pernas musculosas, expondo seu ânus recém usado por Afles. Ekin pressiona seu nariz no orifício de Eive. Dá para sentir o cheiro da porra de Afles ali dentro.
- Se este rabo agüenta um pau daqueles... Agüenta outro em seguida... Deixe-me ver o estrago que Afles fez aqui... – Diz Ekin, com a voz embargada.
Ekin cospe em seu dedo, deixando-o bem molhado, e massageia o orifício de Eive, procura sentir se ainda há vestígio de esperma ali dentro... O príncipe agüenta firme... Geme muito baixo, com uma voz muito grossa. Seu ânus ainda está levemente dolorido, não era acostumado a levar rola... Ekin posiciona a cabeça rosada de seu imenso e bem desenhado pênis bem na saída do botãozinho de Eive, e avisa:
- É, vossa alteza. Agora eu vou poder dizer que estou em pé de igualdade com Afles. Sendo eu, um estrangeiro que se tornou seu fiel escudeiro, e bebido tanto do seu leite, eu vou ter que fazer um estrago maior ainda neste anelzinho que o nosso amigo.
- Pô Ekin, isso não é justo, cara! – Disse Eive.
Ekin não respondeu. Seu pênis latejava, estava extremamente lubrificado de tanta excitação, entrou rasgando as entranhas de Eive, sem piedade. Eive quase saltou da cama com a dor.
Mas Ekin encaixou-se de tal maneira em Eive, cravando suas mãos embaixo dos peitos e segurando os ombros de Eive, que o príncipe não conseguiu escapar. Evitou gritar de dor, e agüentou, com honra, as investidas do bárbaro contra seu ânus. Deitado e bem encaixado em Eive, Ekin metia sem dó algum. O príncipe tentava amenizar a dor, tentava segurar o corpo de Ekin com suas mãos fortes. Mas nada poderia amenizar a luxuria e a libido de Ekin.
Alucinado de prazer, Ekin mordia as costas e os braços de Eive. Mudava de posição o tempo todo. Às vezes encaixava-se sobre o príncipe, às vezes erguia bem seu tronco, e ajoelhava-se sobre suas pernas, para ver seu imenso pênis desaparecer por completo dentro do rabo de seu amigo.
A dor de estar com o rabo sendo arrombado pela segunda vez em poucos minutos, fazia os olhos de Eive encherem-se de lágrimas. Mas dar prazer ao bárbaro era o mínimo que ele poderia fazer depois de esvaziar tantas vezes seu esperma dentro do bárbaro. E Eive sabia que Ekin também fora penetrado por Afles exatamente para ajudar o príncipe a reconquistar seu reino.
O príncipe decidiu relaxar para amenizar a situação e começou a apertar as nádegas, uma contra a outra, isso aumentava a pressão contra o pinto de Ekin. Com esta sensação muito mais prazerosa, Ekin rebolava para remexer seu pau dentro do rabo do príncipe e sentir melhor as “mordidas”.
- Ah meu amigo – gritava Ekin, com a voz ofegante - Agora eu posso dizer que és meu príncipe.
Ekin segurou Eive pelos cabelos, e a cada esporrada dava uma estocada com força dentro do príncipe. A pressão em seu rabo, aliado à pressão que o corpo de Ekin lhe fazia contra a cama, pressionando seu pinto, fez com que Eive gozasse quase junto com Ekin. E ao gozar, Eive aumentava a pressão contra o pinto de Ekin, pois seu ânus apertava severamente a cada esporrada. E Ekin gozou como nunca imaginou que fosse possível.
Em seguida, o bárbaro observa atentamente e apalpa o corpo forte e masculino que acabara de inundar e dilacerar as pregas. Sentia-se vingado.






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