Episódio XII
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cuado, Glaxus não demonstra qualquer intimidação. Saca sua espada e avança em direção ao cavaleiro de armadura azul, disposto a matá-lo. O cavaleiro de armadura azul permanece imóvel. Quando Glaxus está muito próximo, o cavaleiro azul lança sua espada ao chão. Ao atingir o solo, a espada entra em combustão, como se explodisse. O cavalo de Glaxus assusta-se com a explosão. Pára, relincha e empina. Glaxus cai. Seu cavalo foge, sem rumo. O rei consegue se levantar em tempo hábil... E ainda tem a sua espada.Como se aquela ação fosse premeditada, o cavaleiro azul desce de seu cavalo, e com sua espada na mão, aproxima-se de Glaxus. Os dois começam a lutar com suas espadas. Eive e Ekin aproximam-se a ponto de poder visualizar a cena. Ekin pergunta ao príncipe:
- Quem é o cavaleiro de tão estranha vestimenta azul?
Eive olha com cara de espanto e responde:
- Sei tanto sobre este guerreiro quanto você...
- Pode ser uma armadilha. – Diz Ekin. – Vamos atacar sem questionar.
- Certo.
Os dois aproximam-se mais, trotando sobre seus cavalos. Eis que de repente, num movimento estranho, o cavaleiro gira sobre suas pernas e de costas atinge Glaxus, arremessando a espada do rei para muito longe. Ekin perde o controle sobre seu cavalo, e o mesmo pára de correr.
Eive à frente, percebe que Ekin pára. O príncipe freia o cavalo bruscamente, retorna para perto de Ekin e pergunta:
- O que houve, Ekin?
- É o Stradjäd!
- O quê?
- Stradjäd! Um golpe calculado e treinado somente pelos Vikings da minha cidade, Frystborg. Aquele cavaleiro é um viking! E é de Frystborg, minha cidade!
Eive e Ekin, ambos de olhares perplexos, permaneceram ali, parados, observando a cena.
E antes que os dois conseguissem pensar em avançar, a espada do cavaleiro azul atravessa o corpo de Glaxus, e este cai, despencando rio abaixo. Seu corpo é levado pela correnteza... Ekin avança velozmente sobre seu cavalo, pretende descobrir quem é o cavaleiro que acabara de assassinar a Glaxus.
O cavaleiro azul percebe que dois cavalos se aproximam. Como se encontra desarmado, numa velocidade impressionante sobe sobre seu cavalo e foge. Não em direção da ponte que leva ao castelo, mas em direção a uma densa floresta localizada bem ao norte dali. Ekin muda a direção. Quer alcançar o cavaleiro azul a qualquer custo. Eive grita:
- É o Stradjäd!
- O quê?
- Stradjäd! Um golpe calculado e treinado somente pelos Vikings da minha cidade, Frystborg. Aquele cavaleiro é um viking! E é de Frystborg, minha cidade!
Eive e Ekin, ambos de olhares perplexos, permaneceram ali, parados, observando a cena.
E antes que os dois conseguissem pensar em avançar, a espada do cavaleiro azul atravessa o corpo de Glaxus, e este cai, despencando rio abaixo. Seu corpo é levado pela correnteza... Ekin avança velozmente sobre seu cavalo, pretende descobrir quem é o cavaleiro que acabara de assassinar a Glaxus.
O cavaleiro azul percebe que dois cavalos se aproximam. Como se encontra desarmado, numa velocidade impressionante sobe sobre seu cavalo e foge. Não em direção da ponte que leva ao castelo, mas em direção a uma densa floresta localizada bem ao norte dali. Ekin muda a direção. Quer alcançar o cavaleiro azul a qualquer custo. Eive grita:
- Ekin! Volte!
Ekin não quer obedecer, segue galopando em direção ao cavaleiro misterioso. Mas o cavaleiro azul some entre as árvores da densa floresta.
- Ekin! Meu reino está em perigo! – Grita Eive, desesperado em imaginar que Ekin possa ir embora.
Extremamente irritado e de cabeça baixa, Ekin diminui a velocidade.
Ekin não quer obedecer, segue galopando em direção ao cavaleiro misterioso. Mas o cavaleiro azul some entre as árvores da densa floresta.
- Ekin! Meu reino está em perigo! – Grita Eive, desesperado em imaginar que Ekin possa ir embora.
Extremamente irritado e de cabeça baixa, Ekin diminui a velocidade.
- Homem! Eu preciso salvar meu povo, antes que os soldados de Glaxus coloquem fogo no castelo! – O príncipe pede, angustiado.
- Eive! Aquele pode ser alguém da minha vila! Um soldado que eu conheço! Pode ser Ian!
Ao ouvir Ekin pronunciar o nome de seu mestre com tantas saudades, Eive sente uma pontada triste em seu coração. Sua voz sai embargada, tentando disfarçar a dor:
- Ekin, ele está bem! Você pode procurar por ele depois... Dificilmente ele partirá de Ozen. Mas eu... Eu preciso de você...
- Precisa de mim? Glaxus está morto!
- Mas... – Por alguns segundos, Eive não sabe o que dizer... Teme confessar que ama o forasteiro. - Mas o quê? – Pergunta Ekin, irritado por estar perdendo aquele que poderia ser Ian.
- Os soldados de Glaxus querem atear fogo ao meu castelo! – Eive completa. – Você precisa me ajudar a salva-los! Somos os guerreiros mágicos, lembra-se?
Ekin espreme seus próprios dedos de raiva. Mas cede, e segue Eive para juntos, tentar salvar o castelo, antes que seja tarde.






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