Episódio XVIII
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kin, Ian e Merlin saem do vilarejo de cavernas para seguir em direção da superfície. No caminho, passam por uma ponte de pedra que atravessa um imenso lago subterrâneo. Este lago serve como fronteira entre as Cavernas de Nefaz e as galerias acima delas, que dão acesso à superfície ou à Vanadiz, que é um outro conjunto de galerias subterrâneas onde moram as amazonas. Assim que atravessam a ponte, pouco antes de subir uma rampa de pedras que daria acesso às galerias superiores, Ekin e Ian sentem uma força chamando por eles numa das margens do gigantesco lago, próximo a uma pequena cachoeira. Ekin pede que Merlin mande alguns soldados seguirem e pede que outros que conheçam o caminho o aguarde por alguns minutos.Ekin e Ian seguem em direção à margem de onde sentem o chamado. Atravessam algumas pedras e logo podem observar de onde vinha a estranha emanação. Ali, à margem do grande lago, encontra-se Afles, desmaiado.
Ekin salta de seu cavalo, e corre para ajudá-lo.
- Afles! Fala comigo homem! Você está bem?
- Ekin! – fala Afles com uma voz baixa, quase débil. – Fomos atacados por um morcego gigante. – Afles suspira. Depois prossegue. – Não sei se os outros estão vivos! Eu tentei salvar meu amado rei... - Afles suspira, desta vez com força e abaixa a cabeça. Tenta encontrar forças para falar, e prossegue mais uma vez: - Mas eu não sei se consegui!
Ekin o toma em seus braços, o abraça forte, e com olhos cheios de água, pergunta a Ian:
- O que faremos.
Ian friamente responde, retirando a sua armadura rapidamente, e ficando completamente nu:
- A única coisa que se faz em Ozen que realmente pode salvar uma vida...
- Ian, não seja ridículo! Você não pode fazer isto com uma pessoa tão machucada!
- Ekin! Você tem uma idéia melhor? – diz Ian, com sua habitual frieza e voz grossa.
Ekin vira o corpo de Afles de lado. Deita a cabeça do soldado em seu colo. Acaricia os negros cabelos encaracolados de Afles. Olha bem em seus olhos verdes e diz:
- Ele tem razão. É nossa única saída.
Ian abaixa as calças de Afles. Afles tenta reagir. Nunca fora sodomizado.
Mas Afles mal tem forças para respirar. Quanto mais para fugir.
- Relaxa aí, amigo! Precisamos de você... – Diz Ian, pressionando seu pênis contra o anel de Afles.
Afles não reage. Aceita calado e imóvel o membro de Ian forçar a entrada para dentro de si.
Ekin não conseguia ter uma ereção. Não conseguiria fazer aquilo. Não entende como o Ian pudesse se excitar com aquilo. Mas sim, o pau do viking de cabelos negros estava duríssimo, como pedra, e muito lubrificado, deslizou facilmente para dentro do guerreiro Afles. Um homem que era casado e feliz com sua esposa a até poucos dias atrás, mas que tinha agora seu anel violado pela primeira vez.
Afles não esboça reação. Embora não tivesse se afogado, engolira muita água e boiara para aquela margem ficando por ali durante horas. Devido aos solavancos do túnel, também estava extremamente fraco. Por ter a força de um guerreiro mágico, não morreria se não tivesse sido socorrido, mas levaria horas para se recompor sozinho.
Ian goza e inunda Afles com sua seiva. Esse esperma, como todo esperma mágico, era absorvido pelo organismo, ajudando a revigorar a força da magia dos elfos que havia dentro de Afles. Poucos segundos depois, os olhos de Afles ganham outro brilho. Sua força volta rapidamente e gradualmente. Seus pulmões se enchem de fôlego e ele sente até uma dor no peito por se curar tão rápido.
Seu rabo lateja de dor pela experiência de dar pela primeira vez. Mas Afles sabe que foi uma experiência necessária. Apesar das divergências do começo, Ekin abraça Afles e é retribuído. E os três juntam-se aos demais soldados para seguir o caminho da superfície.
...
Henry desce até a parte térrea de seu gigantesco castelo. Dirige-se ao estábulo. Quer ver como estão os cavalos. Muitos de seus soldados morreram, e outros ainda estavam muito doentes, devido à brusca mudança de tempo que assolou a ilha de Ozen, trazendo para este território o inverno europeu que esta terra nunca sentira. Mas Henry podia esperar que estes soldados fossem curados. Ao menos alguns deles. O Rei não tinha pressa.
Sabia que o exército pagão de Ozen nunca teria forças e conhecimentos bélicos para derrotar o rei cristão. Aliás, Henry achava que era uma blasfêmia chamar a ilha mágica de um nome que os habitantes pagões consideravam sagrado. Ele rebatizara o nome da ilha por um de sua família, chamava sua ilha de Avalon.
Em muito pouco tempo, a ilha das fadas deixaria de ser propriedade dos místicos e pagões e passaria a ser sua. E de sua crença cristã. O casamento entre seu filho Henck e sua sobrinha Alohra, filha do falecido Glaxus, também já estava arranjado. Seria realizado logo após a destruição total de Gni, e assassinato de Eive.
Henry não temia a magia do Cinco Guerreiros Mágicos. Sua sobrinha e os soldados de Glaxus fugiram apenas por ter visto a derrota iminente. Da batalha, viram apenas que ao invés de Glaxus, quem retornava para reinar em Gni era o príncipe Eive. Como não sabiam da força mágica dos Cinco Guerreiros Mágicos, Henry não foi avisado. O ataque seria realizado no dia seguinte. Com a quantidade soldados e cavalos que o rei dispunha.
...
A batalha entre os soldados ozins e as vanadizes seguia implacável. As amazonas tinham a vantagem de ter a magia do seu lado, já que eram filhas de fadas. Mas sua magia, além de ser menor que a das fadas, estava debilitada. Toda magia provém das fadas e dos elfos. E como eles estavam escondidos em algum lugar para guardar suas forças, nenhuma outra criatura mágica tinha o mesmo poder de outrora.
Entretanto, muito do que restou da magia das fadas foi inserido dentro de Ekin e Norax. E mesmo com somente dois guerreiros mágicos, este poder, embora não fosse grande o suficiente para derrotá-las, era quase o suficiente para proteger os soldados da fúria das vanadizes.
Quase, por que quando resolveram juntar seus poderes, as vanadizes conseguiram fazer com que Eive ficasse sem sua clava mágica. Eliant tomou a clava mágica do príncipe para si e aproximou-se dele, prestes a proferir um golpe mortal. Foi quando uma voz potente e feminina ecoou por todos os túneis ao redor da batalha.
- PAREM!
As vanadizes deixaram suas armas cair ao chão. Em seguida, desceram de seus cavalos e ajoelharam-se ao chão. Eliant ajoelhou-se e aguardou a chegada da pessoa que se aproximava. Eive, Norax e os outros soldados ozins, estranharam o cessar fogo imediato.
Uma luz, no mesmo tom da que iluminava toda a caverna só que muito mais forte, aproximava-se cada vez mais do campo de batalha. Ainda assim era possível manter os olhos abertos. Embora forte, a luz não agredia aos olhos. Eive arregalou os olhos, e disse quase sem forças:
- Não pode ser.
Eive abaixou-se e ajoelhou-se, e todos os demais soldados seguiram seu exemplo.
A luz que emanava e iluminava todo o complexo de túneis da Caverna Nefaz provinha do ser mais poderoso que Ozen já viu: A Rainha Morgana. A Rainha das fadas se aproximava. Uma bela mulher, de aspecto e aparência humana aparecia sobre um cavalo cinza brilhante, quase metálico, e aproximava-se do príncipe.
- Perdão, Alteza. – Dizia Morgana com uma voz poderosa e confortante. – Em outras condições, jamais permitiria que fosse recepcionado desta maneira. Como meu poder diminuiu muito desde que Ozen foi quase destruída por Henry e seu irmão, precisei me esconder e me afastar das demais fadas e vanadizes. Eliant parecia ser uma boa pessoa para comandar as vanadizes. Mas não pensei que vocês se cruzariam dentro desta caverna.
- Majestade. – Eive não podia estar mais feliz. Nunca um humano pôde ver a Rainha Morgana até então. Mas ela apareceu porque a situação era crítica.
- Príncipe, é necessário que volte. Precisamos de você em Gni, nossa capital. O povo ozin precisa de suas ordens, de sua força. É necessário restaurar o poder das fadas.
- Rainha Morgana! Procuro pelos soldados indicados por vossa majestade para que possamos defender nosso reino e nossa religião dos estrangeiros.
- Sei bem todos os motivos que o trazem à Nefaz e Vanadiz. Sei de tudo, mas não posso influenciar em tudo. Entretanto, não é necessário que procure mais. Olhe para trás.
Quando Eive vira-se, mal pode acreditar no que seus olhos vêem.
Ekin e Afles estavam vivos e muito saudáveis. Ambos estavam acompanhados de centenas de cavaleiros azuis nefazeus, e do Mago Merlin, o rei nefazeu.
Afles fica feliz ao ver que Eliant estava viva e bem, mas esta não o reconheceu. Isto partiu seu coração, mas o príncipe Eive o tomou em seus braços e começou a acariciá-lo. Grato por vê-lo novamente.
Eive estava feliz por ver Ekin. Mesmo sentindo-se traído, abraçou-o com carinho, Em seguida cumprimentou Ian com um frio, mas forte, aperto de mão. Ian não entendia o menosprezo do príncipe por ele, mas preferiu não comentar. Coisas mais importantes estavam em jogo.
- Não podemos perder mais tempo. – Diz Morgana. - A última batalha começa agora.
...
Os soldados de Henry aguardavam somente o dia amanhecer para o grande ataque. Naquele dia, o Sol demorou muito mais do que o normal para raiar. O céu estava descoberto. Mas nunca em Ozen fizera tanto frio quanto naquela madrugada. Faltavam pouquíssimos dias para o inverno. Ekin e Ian sabiam que, se tudo na ilha seguisse o restante da Europa, muito em breve começaria a nevar.
...
Com todos os soldados distribuídos numa montanha, Merlin chama os cinco cavaleiros de lado e fala no ouvido de Eive:
- Alteza, é necessário que os cinco guerreiros escolhidos façam o esperma mágico circular entre o corpo de todos, distribuindo-o uniformemente entre vocês.
- Como assim? Pergunta o príncipe.
Ekin puxa o príncipe pelo ombro e diz:
- Vem, cara, que eu te explico.
Ekin tira a roupa e deita-se na relva, entre as flores.
Eive também tira a sua, e aproxima-se do bárbaro.
- Ekin, eu... – O príncipe tenta falar algo, mas é interrompido:
- Não diga nada, alteza, faça o que deve ser feito...
Ekin posiciona Eive deitado no chão e começa a sugar seu belo e inesquecível pinto mais uma vez.
Afles, Norax e Ian aproximam-se. Nus, com seus corpos e pintos esculturais à mostra. O viking de cabelos negros diz:
- Sem querer interromper, alteza, mas nós somos obrigados a participar desta festinha...
Ian deita a cabeça sobre a virilha de Ekin e começa a chupar seu pau.
O gigantesco Norax faz o mesmo, e começa a chupar o pinto de Ian. E, formando um círculo de belos homens deitados, Afles começa a chupar o pinto de Norax, e o guerreiro de olhos verdes oferece o seu pinto ao príncipe. Que chupa o amigo com muita vontade.
Todos chupam o pau do amigo com muito carinho e fraternidade. Levando cada um ao seu respectivo gozo. O esperma mágico circulava agora entre eles. E todos sentiam seus poderes aumentarem.
...
Assim que os primeiros raios do novo dia cruzavam o céu, os soldados de Henry seguiam na direção de Gni. Eram mais de 800 soldados. Quase toda a população masculina do norte da ilha fazia parte deste exército. Seguiam marchando com um único fim, destruir Gni e assassinar quase toda a população ozin, transformando o restante da população em escravos. Sua religião cristã lhe permitia isto.
Para ele seria um massacre. Com muito menos soldados, assassinara Eibe e tomou posse de seu reino. Eive tivera sorte na luta com Glaxus. Mas agora não haveria uma anexação, e sim uma aniquilação total da cultura e da religião ozin.
A frota segue em direção sul. No meio do caminho, os soldados de Henry são surpreendidos por algo inesperado. Num campo de flores, num vale entre as montanhas de Vanadiz, dezenas de belas e encantadoras mulheres nuas, colhem flores, cantando e dançando.
Henry ordena que nenhum soldado tome aquela direção.
- Mas, majestade! – diz o capitão de seu exército... – São mulheres ozins. Podemos usar e estuprar a todas, já que seus maridos serão mortos mesmo... Henry acena positivamente a cabeça, e sorridente, diz:
- Deve ser um destes rituais pecaminosos deles! Pois bem soldados, façam o que quiser com estas meretrizes!
A luz que emanava e iluminava todo o complexo de túneis da Caverna Nefaz provinha do ser mais poderoso que Ozen já viu: A Rainha Morgana. A Rainha das fadas se aproximava. Uma bela mulher, de aspecto e aparência humana aparecia sobre um cavalo cinza brilhante, quase metálico, e aproximava-se do príncipe.
- Perdão, Alteza. – Dizia Morgana com uma voz poderosa e confortante. – Em outras condições, jamais permitiria que fosse recepcionado desta maneira. Como meu poder diminuiu muito desde que Ozen foi quase destruída por Henry e seu irmão, precisei me esconder e me afastar das demais fadas e vanadizes. Eliant parecia ser uma boa pessoa para comandar as vanadizes. Mas não pensei que vocês se cruzariam dentro desta caverna.
- Majestade. – Eive não podia estar mais feliz. Nunca um humano pôde ver a Rainha Morgana até então. Mas ela apareceu porque a situação era crítica.
- Príncipe, é necessário que volte. Precisamos de você em Gni, nossa capital. O povo ozin precisa de suas ordens, de sua força. É necessário restaurar o poder das fadas.
- Rainha Morgana! Procuro pelos soldados indicados por vossa majestade para que possamos defender nosso reino e nossa religião dos estrangeiros.
- Sei bem todos os motivos que o trazem à Nefaz e Vanadiz. Sei de tudo, mas não posso influenciar em tudo. Entretanto, não é necessário que procure mais. Olhe para trás.
Quando Eive vira-se, mal pode acreditar no que seus olhos vêem.
Ekin e Afles estavam vivos e muito saudáveis. Ambos estavam acompanhados de centenas de cavaleiros azuis nefazeus, e do Mago Merlin, o rei nefazeu.
Afles fica feliz ao ver que Eliant estava viva e bem, mas esta não o reconheceu. Isto partiu seu coração, mas o príncipe Eive o tomou em seus braços e começou a acariciá-lo. Grato por vê-lo novamente.
Eive estava feliz por ver Ekin. Mesmo sentindo-se traído, abraçou-o com carinho, Em seguida cumprimentou Ian com um frio, mas forte, aperto de mão. Ian não entendia o menosprezo do príncipe por ele, mas preferiu não comentar. Coisas mais importantes estavam em jogo.
- Não podemos perder mais tempo. – Diz Morgana. - A última batalha começa agora.
...
Os soldados de Henry aguardavam somente o dia amanhecer para o grande ataque. Naquele dia, o Sol demorou muito mais do que o normal para raiar. O céu estava descoberto. Mas nunca em Ozen fizera tanto frio quanto naquela madrugada. Faltavam pouquíssimos dias para o inverno. Ekin e Ian sabiam que, se tudo na ilha seguisse o restante da Europa, muito em breve começaria a nevar.
...
Com todos os soldados distribuídos numa montanha, Merlin chama os cinco cavaleiros de lado e fala no ouvido de Eive:
- Alteza, é necessário que os cinco guerreiros escolhidos façam o esperma mágico circular entre o corpo de todos, distribuindo-o uniformemente entre vocês.
- Como assim? Pergunta o príncipe.
Ekin puxa o príncipe pelo ombro e diz:
- Vem, cara, que eu te explico.
Ekin tira a roupa e deita-se na relva, entre as flores.
Eive também tira a sua, e aproxima-se do bárbaro.
- Ekin, eu... – O príncipe tenta falar algo, mas é interrompido:
- Não diga nada, alteza, faça o que deve ser feito...
Ekin posiciona Eive deitado no chão e começa a sugar seu belo e inesquecível pinto mais uma vez.
Afles, Norax e Ian aproximam-se. Nus, com seus corpos e pintos esculturais à mostra. O viking de cabelos negros diz:
- Sem querer interromper, alteza, mas nós somos obrigados a participar desta festinha...
Ian deita a cabeça sobre a virilha de Ekin e começa a chupar seu pau.
O gigantesco Norax faz o mesmo, e começa a chupar o pinto de Ian. E, formando um círculo de belos homens deitados, Afles começa a chupar o pinto de Norax, e o guerreiro de olhos verdes oferece o seu pinto ao príncipe. Que chupa o amigo com muita vontade.
Todos chupam o pau do amigo com muito carinho e fraternidade. Levando cada um ao seu respectivo gozo. O esperma mágico circulava agora entre eles. E todos sentiam seus poderes aumentarem.
...
Assim que os primeiros raios do novo dia cruzavam o céu, os soldados de Henry seguiam na direção de Gni. Eram mais de 800 soldados. Quase toda a população masculina do norte da ilha fazia parte deste exército. Seguiam marchando com um único fim, destruir Gni e assassinar quase toda a população ozin, transformando o restante da população em escravos. Sua religião cristã lhe permitia isto.
Para ele seria um massacre. Com muito menos soldados, assassinara Eibe e tomou posse de seu reino. Eive tivera sorte na luta com Glaxus. Mas agora não haveria uma anexação, e sim uma aniquilação total da cultura e da religião ozin.
A frota segue em direção sul. No meio do caminho, os soldados de Henry são surpreendidos por algo inesperado. Num campo de flores, num vale entre as montanhas de Vanadiz, dezenas de belas e encantadoras mulheres nuas, colhem flores, cantando e dançando.
Henry ordena que nenhum soldado tome aquela direção.
- Mas, majestade! – diz o capitão de seu exército... – São mulheres ozins. Podemos usar e estuprar a todas, já que seus maridos serão mortos mesmo... Henry acena positivamente a cabeça, e sorridente, diz:
- Deve ser um destes rituais pecaminosos deles! Pois bem soldados, façam o que quiser com estas meretrizes!






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