Episódio VI

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A REVOLTA DE ELIANT

esde que o Príncipe Eive desapareceu, os soldados do Rei Glaxus procuraram por ele na região da Floresta Morta. Mas, para fúria de Glaxus, cinco semanas se passaram desde o desaparecimento do Príncipe sem que este fosse achado, vivo ou morto. Glaxus enfurecia-se cada dia mais:

- Incompetentes! Como centenas de soldados não conseguem localizar um homem que muito provavelmente encontra-se moribundo numa floresta onde não se há o que comer.

O general de seu exército, Sir Kirk, ainda tentava acalmar ao seu Rei:

- Vossa majestade bem sabe que após cinco semanas sem se alimentar, o desgraçado já deve ter morrido há tempos!
- Ou seja, mais incompetentes ainda, vocês se demonstram, já que não conseguem localizar um corpo falecido numa floresta tão pequena.

Na verdade, os soldados de Glaxus nunca foram plenamente eficientes, suas procuras nunca alcançaram as entranhas da Floresta Morta, resumindo-se a buscas em torno da praia. Tinham a certeza de que alguém que se perdesse na Floresta Morta não teria como se alimentar: Todas as árvores eram de folhas venenosas e nenhuma espécie de animal, pássaro ou inseto residia ali. O silêncio da floresta era supremo e assustador. Embora empenhados em encontrar a Eive ou a camponeses fiéis ao Reino Antigo, os soldados nunca procuravam por muito tempo, e também nunca se afastavam muito do castelo de Glaxus. Temiam se perder num lugar tão inseguro, misterioso e mortal quanto a Floresta Morta. Temiam também aos Elfos e Ninfas, mas nunca tocaram no assunto, para não serem repreendidos pelo General ou pelo Rei Glaxus.

As missões de busca também falharam por outro motivo: muitos soldados do exército de Glaxus eram soldados do Rei Enroe, que foram incorporados ao novo exército após terem seus líderes mortos pelo exército do invasor. Isto aconteceu porque Glaxus e seu exército jamais teriam força suficiente para manter a ordem no Reino do Oeste sem um grande número de soldados. Portanto, mataram e oprimiram e obrigaram estes soldados a servirem ao seu novo Rei.

Glaxus sabia que só teria pleno poder sobre seu reino, quando Eive fosse morto e exibido em praça pública. Mesmo morto, se o corpo de Eive jamais fosse encontrado, muito provavelmente nasceriam lendas a respeito disto. Muitos habitantes do Reino Oeste, que para Glaxus, acreditavam em coisas absurdas, muito provavelmente acreditariam que ele pudesse voltar a qualquer momento, o que geraria resistência de muitos habitantes do Reino Oeste, o que minaria sua soberania no novo país.

Glaxus resolveu então, após muitas semanas de busca em vão, forjar a morte de Eive, para calar uma possível esperança do povo em relação ao retorno do Príncipe, e assim, tornar-se Rei supremo do Reino Oeste. Mandou matar um camponês qualquer, queimar seu corpo e exibi-lo em praça pública. E assim foi feito, e uma festa foi preparada pelo exército de Glaxus para comemorar o fato. A festa aconteceria na praça central do castelo.

Longe dali, no pequeno vilarejo escondido no meio da Floresta Morta, Os guerreiros mágicos de Eive e seu exército faziam os últimos preparativos para invadir o castelo de Glaxus.

Eliant, esposa do guerreiro Afles, receosa de que possa ser a última vez em que vê seu marido, insinua-se sexualmente a ele, para garantir que ao menos os Seres Mágicos a premiem com uma gravidez. Mas, para sua tristeza, Afles está confuso. Desde que fora obrigado a transar com o forasteiro Ekin, para introduzir no Viking a semente mágica, não consegue imaginar outra forma tão potente e gratificante de gozar que não seja dentro de um ânus. E gozar dentro do guerreiro Norax, pouco tempo depois, somente reforçou esta certeza dentro dele...

Afles olhava para Eliant com respeito, ternura, carinho, mas não sentia o mesmo tesão que antes.
Enquanto sua esposa desnudava-se para seu amado, este, observando o frágil corpo e a pele tão macia e tenra de sua esposa, imaginava que o corpo dela não agüentaria sua nova libido, que agora era muito mais furiosa e violenta. Se penetrasse nela como fizera com Norax e Ekin, provavelmente a machucaria gravemente, com seu enorme pênis. Afles, inclinou seu rosto sobre o de sua esposa, e suavemente falou:

- Eliant, acho que ainda não é hora de termos filhos.
- Mas... Por que não, Afles?
- Meu desejo sexual está descontrolado. Estou muito violento. Sinto que se descarregar esta força dentro de você, lhe farei muito mal. Acredito que enquanto os invasores não forem derrotados, os Elfos manterão esta sobrecarga de poder dentro de mim.
- Mas, e se você morrer? Ficarei sozinha para sempre.
- Não pense desta forma. Nós venceremos. E, mais sereno, voltarei definitivamente para seus braços. Confie em mim.

Eliant pôs-se a chorar. Afles vestiu-se, e seguiu em direção aos aposentos de Eive.


Assim que entrou no quarto do Príncipe, o viu sentado numa luxuosa poltrona, enquanto aias lavavam os pés de Eive.
- Vossa Alteza?
- Sim, Sir Afles. A que devo a honra de sua visita?
- É minha esposa. Temo por seu destino, caso fique viúva e sem filhos. Não há nada que possa fazer por ela?
- Ainda que o pior aconteça, Afles, e sejamos derrotados, pedirei para que Daxat, o mago, cuide do bem-estar de sua esposa, e providencie-lhe, caso nenhum de nós sobreviva, uma vida digna e confortável. Sabe que ele poderá prover isto a ela. Confie em mim.
- Confio em Vossa Alteza.

Afles permaneceu ali, parado, observando as moças escaldarem os pés do Príncipe. Não saiu do recinto, embora obtivesse de Eive a promessa que desejava. Pela primeira vez, Afles começou a reparar como os pés do Príncipe eram belos e como suas pernas eram grossas e fortes. O guerreiro deixou um pensamento escapar, quase sem querer: "Agora eu sei por que o forasteiro prefere o Príncipe a mim... É muito poder e muita virilidade num mesmo homem". Notando que Afles não se retirava e tinha em seu semblante um ar febril, Eive o indagou:

- Posso ajudá-lo em mais alguma coisa, nobre guerreiro?
- Alteza... Este novo desejo que sinto... Faz parte dos planos dos Elfos para reconquistarmos o Reino?
- Novo desejo? Sentes desejo de quê, Sir Afles?

Afles abaixa a cabeça e balbucia:
- Não consigo falar na presença de mulheres, Vossa Alteza.

Sinalizando com as mãos, Eive manda as aias se retirarem. Sozinho com Afles no quarto, o Príncipe pergunta novamente:
- E então, qual é o desejo que sentes? O que tanto o preocupa?
- Não sinto mais desejo por minha esposa, alteza. Só desejo intensamente gozar dentro de homens. É uma força insaciável. Temo que este desejo que, segundo os elfos, foi necessário para salvar o Reino, acabe com meu casamento. E eu gosto muito de Eliant, não queria vê-la sofrendo.

Eive se levanta de sua poltrona, aproxima-se de Afles, segura firme em seu ombro e diz, calmamente, com sua belíssima voz:
- Amigo, eu não sei qual o propósito do elfos... Apenas sei que nós precisamos deles, e eles precisam de nós, para termos o nosso reino de volta. No momento, somos a única arma que eles têm. Quando toda esta guerra acabar, e tivermos nosso reino de volta, talvez seu desejo por homens não seja mais necessário e acabe. Por enquanto, ele deve ser importante, senão os elfos já teriam eliminado isto de dentro de você...

Um calor imenso toma conta de Afles com o toque das fortes mãos de Eive. Tomado por um desejo inexplicável, ele toca as nádegas do Príncipe.
- Permita–me que eu lhe possua, Vossa Alteza. – Sussurra Afles no ouvido do Rei, louco, embriagado de excitação.

Eive, afasta-se. Faz cara de quem vai explodir de raiva. Agindo como se estivesse irado ou contrariado, o Príncipe abaixa suas calças, retirando toda e qualquer vestimenta abaixo da cintura. Em seguida, apóia suas mãos nos braços de sua poltrona e arqueia um pouco as pernas musculosas, deixando suas nádegas empinadas e seu orifício preparado para receber a visita do enorme membro de Afles...
- Sirva-se soldado. – diz o Príncipe.

Ansioso e tremendo de tanto tesão, Afles introduz seu pinto em Eive lentamente e com dificuldade. Mas, assim que enfia tudo, começa a descarregar sua fúria em movimentos que ele tanto temia que machucassem Eliant. Eive segura os braços da poltrona com muita força. A violência das investidas de Afles contra o ânus do Príncipe fazem com que a poltrona até saia do lugar arrastando-se sobre o chão...

Afles soca violentamente seu pau dentro de Eive, e geme de prazer. O guerreiro não conseguia imaginar porque o Príncipe lhe permitira fazer isto. Afles sentia-se o homem mais poderoso do mundo ao meter com tamanha força dentro do futuro Rei, a quem ele jurou lealdade e obediência. Era a sensação mais fantástica sobre a face da terra.

Do lado de fora, escondida, Eliant, que seguira o marido silenciosamente, observava a cena. Um ódio sobrenatural tomou conta de seu coração. Sentia-se traída pelos elfos e pelo reino ao qual jurou lealdade. Jurou vingança e ódio eterno ao Príncipe Eive e aos Elfos.

Pegou o cavalo do marido e correu para longe do vilarejo secreto, em direção do castelo. Estava disposta a denunciar a sobrevivência do Príncipe, acabar com os planos dos Elfos de restabelecer o Reino Antigo em Ozen.

Afles continuava a meter em Eive, com as duas mãos, puxava o Príncipe pelos cabelos, e metia com mais força do que parecia possível... Sentia-se vingado por não poder meter em Ekin sempre que quisesse, já que o Viking parecia preferir a companhia de Eive. Começou a gritar enquanto fincava, com força, suas últimas estocadas:
- Ah meu futuro Rei, soberano Rei, sinta o poder de um guerreiro que só faz o melhor para Vossa Majestade!!!
E gozou loucamente dentro de Eive, puxando seus cabelos e mordendo suas costas.

O leite de Eive jorrava quente, derramando-se sobre o chão...

Antes que Afles retirasse seu pinto de dentro de Eive, Ekin abre a porta do quarto, acompanhado pelo mago Daxat. Ao ver o Príncipe sendo penetrado daquela forma, Ekin tem um acesso de ciúmes. Desde a primeira vez em que viu Eive, simpatizara com ele. Considerou injusto que após tanto tempo apenas bebendo o leite que jorrava do pênis de Eive, o príncipe jamais tivera algo a mais com ele... E Eive se entregava agora daquela forma a Afles. Um guerreiro que reclamava tanto de ter que transar com outros homens... Ekin teve vontade de abandonar a guerra.



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