Episódio I
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ossa história começa onde hoje é geograficamente a região sul da Suécia... Há mais de mil anos atrás. Era o início da Idade Média. Os países que hoje conhecemos ainda não existiam. Neta região havia um pequeno vilarejo nórdico chamado Frystborg. De tempos em tempos, neste vilarejo, selecionavam-se os mais bravos homens para ingressarem no exército de guerreiros vikings, treinados para saquear as terras onde hoje é a atual Inglaterra. As famílias eram obrigadas a fornecer soldados e seus filhos homens deveriam tornar-se poderosos guerreiros servidores da causa Viking. Um dos rapazes escolhidos para tornar-se guerreiro foi um jovem chamado Ekin Sven... Mal completou dezoito anos, ingressou no exército que iria saquear as terras inglesas ainda naquele ano. O jovem rapaz não foi escolhido ao acaso. Desde muito pequeno trabalhava muito com serviços pesados, e por isso possuía grande força e massa muscular. Também possuía um temperamento um tanto rude, frio e seco. Características comuns aos bárbaros.
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Toda sua força e virilidade precoce contrastavam com seu rosto. Uma face suave, um rosto sem pêlos, um ar de menino. Cabelos louros e lisos caiam por sobre sua face - o que denunciava sua juventude dentre vários guerreiros experientes e barbados. Mas guerreiros não eram escolhidos por suas faces de anjo, e sim pelo seu porte físico imponente. E Ekin, apesar de seu rosto de anjo, amedrontava muito marmanjo pela sua altura, que girava em torno de quase dois metros, e pelos seus músculos talhados a muito suor.
Como todos os rapazes da região, desde pequeno, o sonho de Ekin era ser um guerreiro Viking.
Ser um pirata temido por toda Europa. Quando jovem, assim que os guerreiros voltavam de seus saques, Ekin corria ao porto para ver sua chegada. Ficava admirado com a quantidade de objetos valiosos que os bárbaros traziam consigo: jóias e outros itens preciosos, que era para uso próprio ou para suas esposas. As mulheres ficavam meses sem ver os maridos, mas seus olhos reluziam com o brilho das pedras que eram trazidas quando estes retornavam.
Ekin sempre admirou os guerreiros. Mas, dentre todos eles, sempre houve um pelo qual Ekin sempre teve uma grande admiração, desde que era pequeno, o nome deste guerreiro era Ian.
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Quando Ian chegava, todas as mulheres de Frystborg suspiravam mais alto. Ekin queria ser tão desejado por elas quanto ele. Ao apresentar-se para o grupo de guerreiros, Ekin teve uma surpresa: Ian foi escolhido para ser seu mestre no ensino de técnicas de guerra, o que deixou Ekin extremamente contente - seu ídolo de infância, afinal, seria seu professor.
"Vou aprender com o melhor” – pensou o jovem.
Ian tinha os cabelos negros, diferentes dos demais Vikings da região, que eram em sua maioria louros, como Ekin. Seus olhos azuis e sua pele clara contrastavam com cabelos tão escuros. Ian era pouco menor que Ekin, mas era muito mais forte, talhado pela guerra. Era considerado o mais belo guerreiro de Frystborg, pelas mulheres do vilarejo.
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Ekin começou seu treinamento numa caverna fechada, sempre utilizada para tais propósitos. A caverna era debilmente iluminada por tochas e caldeiras. Com tantas armas penduradas em sua parede, o lugar lembrava o inferno. O treino dura muito tempo... Embora rude no jeito de andar e falar, Ekin possuía um coração bom e justo. Justo demais para um guerreiro Viking. Por isso, foi determinado que algumas aulas com Ian fossem particulares, no intuito de endurecer o coração do jovem Ekin.
- Um Viking tem que ser o mais corajoso dos guerreiros. – Gritava Ian – Não pode ter dó nem piedade, pois é com o sofrimento dos outros que ele ganha sua vida e traz o sustento para dentro de casa...Você entendeu? Ele falava, enquanto segurava uma faca contra o pescoço de Ekin.
- Sim... - Sussurra Ekin.
- Você ainda tem muita piedade dentro de si, precisa ser mais duro, mais cruel e só assim colocará os outros aos seus pés... - Conclui Ian, retirando a ameaçadora arma da pele do jovem rapaz.
- Eu vou liquidá-los, eu juro! - Esta frase sai da boca de Ekin e o mesmo cai no chão de cansaço.
- Está quase lá! Paciência garoto! Mas acho que ainda falta algo... - Ian falava e começava a encará-lo. Com um ar de quem maquinava uma crueldade...
- O que falta então? - Perguntava Ekin.
- Você agüentaria seis meses longe de mulheres, condicionando suas forças apenas para saquear os castelos dos poderosos Saxões? - Perguntava maliciosamente Ian.
- Claro! Eu sou um guerreiro! - Bradou Ekin.
- Mas como você agüentaria? - Perguntou Ian.
Ekin não tem uma resposta imediata, e após pensar um pouco, diz:
- Sei lá! Você sabe? - Pergunta Ekin.
- Você é um rapagão jovem, no auge do sexo... – Ian fala em tom de sabedoria e experiência. - Ficaria louco longe de mulheres... De repente, o mestre joga suas armas ao chão, e fixa os olhos em Ekin.
- Eu me viro, dou um jeito... – Fala Ekin, com segurança.
- Saiba que precisamos ter um soldado que não sinta falta das mulheres. E eu sei como ser um guerreiro que pensa somente na vitória sem fraquejar, sem ter piedade e também não se sujar estuprando as mulheres destes vilarejos imundos...
- Ah é? E qual é o segredo?
- Primeiro você tem que aprender a chupar isto daqui! - Ordena Ian, abaixando as calças, revelando um pênis macio, rosado, grande e semi-ereto que latejava lentamente.
- Chupar? - Pergunta Ekin.
- Você quer ser forte e corajoso o suficiente, não quer? Se você aprender a se satisfazer com outro homem, não vai se preocupar em ficar um bom tempo longe das mulheres! Nem de ficar desesperado em arranjar alguma nos vilarejos saqueados - conclui Ian - E chupa isto logo! Eu sou o mestre aqui! Eu mando!
Ekin esquivou-se e afastou-se no primeiro instante... Ensinaram para ele que aquilo não era certo. Por outro lado, contrariar Ian seria rejeitar os ensinamentos do maior e mais poderoso guerreiro de Frystborg. Se Ian ordenava, é claro que aquilo não poderia estar errado. Ajoelhou-se e meio desajeitado, abocanhou aquela enorme tora em sua boca e sem querer, quase mordeu o falo do mestre.
- Não é assim, caralho! Você tem que fazer com cuidado, como se estivesse degustando... Bem devagar... Aprecie o gosto de um guerreiro, deixando esta nobre arma bem molhada... - disse Ian.
E nosso jovem guerreiro seguia as ordens de seu mestre, obedientemente. Ao pôr a boca em uma parte tão íntima de seu ídolo, ele experimentava o sabor, o gosto da pessoa a qual ele sempre admirou. Sentia o cheiro mais íntimo de um experiente combatente. E enquanto chupava o pau de seu mestre, as mãos que Ekin se empenhou em copiar, acariciavam sua cabeça em sinal de aprovação.
Ian sentia-se mais viril e mais poderoso ao colocar alunos escolhidos a dedo para satisfazer suas necessidades sexuais. A satisfação sexual com um aluno era um segredo guardado por alguns dos Vikings de Frystborg como uma forma de se tornarem desprendidos da necessidade física do sexo. Não precisariam ficar meses ao mar sem ter uma relação sexual. Ian aprendera com seu mestre, que havia aprendido com o seu mestre e assim sucessivamente.
- Por Odin! Essa sua língua é muito macia e gostosa, garoto! Assim você vai ser o mais bem preparado de nossos guerreiros! – Ian delirava, falava entre gemidos.
De repente, Ian afastou com as mãos a cabeça de Ekin de seu pênis, e falou baixinho em seu ouvido, com autoridade:
- Acho que já é hora de você receber uma poção mágica!
- Poção? Que poção? – Espantou-se Ekin.
- É uma poção que tem que ser absorvida pelo seu corpo de um modo diferente! - Dizia Ian, afastando-se de Ekin.
Ian tirava o resto de suas roupas e segurava o pau cada vez mais latejante e úmido na ponta dos dedos.
- A porra de um experiente guerreiro deve ser colocada em quem deve se tornar um novo grande guerreiro. – dizia o mestre. Esta vitamina deve ser colocada em seu ânus, pois é a única forma de purificar todos os cantos de seu corpo tornando-o o maior de todos os heróis!
- Não era melhor beber? - Perguntou Ekin.
- Não! Vou ter que enfiar meu pau no seu cu até gozar! É o único jeito! Tira essa roupa logo e fica de quatro! - ordenou Ian.
- Por Thor! Isso está meio estranho... Vou cair fora! - Assustou-se Ekin.
- Você é que decide, se quiser, pode ser um guerreiro medíocre por toda a sua vida... - Ameaça Ian - Eu só estou aqui para te treinar, já tive que passar por tudo isto e hoje sou um grande guerreiro, como você bem sabe!
Após reclamar um pouco em voz baixa, Ekin arriou as calças, abriu bem as pernas e em pé mesmo, com as mãos na parede da caverna, disse para Ian que ele poderia concluir seu serviço, pois estava preparado.
Ian advertiu:
- Vai doer um bocado, mas é o único caminho para a tua graduação definitiva! Incline a cabeça para baixo que entra melhor!
Ian passou um pouco de saliva e enfiou de uma só vez só todo o seu gigantesco caralho de 21cm, no rabo de Ekin, que soltou um aterrador grito do fundo da alma, tamanha era dor.
- Agüente bárbaro! É o único meio... - Gritava Ian, alucinado com o prazer que aquele cuzinho virgem e apertado lhe proporcionava. Nem se preocupava com a dor de proporções inimagináveis que causava em Ekin.
O jovem quase desmaiou, chegou a chorar de dor, mas resistia em pé, ainda que com as pernas bambas, confiando que era necessário passar por esta prova de resistência.
Ian investia com mais força e velocidade contra o corpo de Ekin. Para Ian já não era mais um ato de educar, ele deliciava-se com o enorme prazer que só um anelzinho virgem contra seu pau podia proporcionar. As estocadas ficavam cada vez mais rápidas. Ekin achava que o pau de Ian ficava cada vez maior e mais grosso, pois seu cuzinho era cada vez mais dilacerado com uma voracidade impiedosa. Ali naquele instante, com tamanho envolvimento e intimidade, ele começou a achar que estava fazendo parte do corpo de Ian. O ato os unia e eles se tornavam um único guerreiro. E isto o excitava. Seu pau começou a endurecer.
Ian gozou loucamente. Acostumado a ser alvo de desejo de todas as mulheres da vila, gostava mesmo era de comer seus alunos, pois tinha tesão em dominar, em ser superior aos outros homens, possuindo seus corpos. Mas poucos de seus alunos tinham a cara de anjo e corpo de deus nórdico como Ekin aos dezoito anos. Aquele era diferente. A porra que saía do pau de Ian parecia rasgar o corpo de Ekin, tamanha a força com a qual foi projetada, chegando a escorrer pelos lados.
- Finalmente podes dizer que é um guerreiro! – Concluía Ian, ofegante.
Recompondo-se, Ekin observa suas pernas, por onde escorre um fio de líquido viscoso, e conclui que fora realmente abençoado por Thor.
...
Ian disse ao conselho de guerra que Ekin seria um dos melhores combatentes de sua frota. O jovem foi escolhido para fazer parte dos soldados da equipe de Ian naquele mesmo ano. Após servir sexualmente a seu mestre, Ekin acreditava estar preparado para as mais difíceis missões que estavam por vir.
Os olhos de Ekin reluziram ao ver o barco pronto e já ganhava as vestes características: roupas e botas mais reforçados e um chapéu com par de chifres.
Ao partir, o nobre coração de Ekin sabia que sofreria com a distância de seus pais e amigos. Sentiu medo, sabia que poderia nunca mais voltar. Mas este pensamento não era compatível com a índole de um guerreiro, portanto desviava a mente para o mar, ciente de que teria que batalhar muito para voltar para sua terra como um grande guerreiro e ser desejado por todas as garotas. Porém por mais que quisesse, não conseguia tirar da cabeça a transa com Ian, mesmo sabendo que o mestre fizera aquilo apenas para ensiná-lo.
Por várias vezes, durante a viagem, os olhos de Ekin traíam a sua vontade, procurando pela presença de Ian. Ian estava sempre ocupado demais, ditando ordens aos novos soldados, e mal notava o olhar de Ekin, que não conseguia entender porque lhe passava pela cabeça que queria fazer aquilo novamente, ter seu corpo unido ao de seu professor mais uma vez.
Mas nosso jovem viking sabia que muitos naquele barco também passaram pelo "aval" de Ian, o que dificultaria muito mais o contato entre os dois, uma vez que o mestre se sentia à vontade pra escolher quais seriam seus servos sexuais durante a viagem.
...
Logo na primeira noite de viagem, Ian entra na calada da noite no quarto coletivo dos guerreiros, enquanto todos dormiam. Ekin estava acordado, e vê Ian cutucar os ombros de um outro jovem guerreiro. Aquele rapaz era seu amigo de infância. Seu nome era Bern. Bern era da mesma idade de Ekin, um pouco menos forte, era um louro de cabelos bem mais escuros do que Ekin. Seus olhos eram castanhos claros. Também possuía um rosto juvenil e maroto como o de Ekin.
Ian percebeu que os olhos de Ekin observavam a cena. Deu um sorriso e fez sinal com as mãos para que ele também viesse. Foram os três para a sala do capitão. Bern sabia porque estava ali. Mal Ian trancou a porta, Bern abaixou-se e aguardou de joelhos que o mestre abaixasse as calças para fazer o serviço.
O mestre informou que Bern não seria agraciado ainda com seu pênis. Ekin teria a honra de ser o primeiro a ser servido. Bern olhou para a cara de Ekin, que gostando da idéia, tirou seu pau pra fora, e aproximou-se do amigo de infância. Sem questionar, mas com cara de assustado, Bern aos poucos foi encostando a boca e a língua no pinto de Ekin... Pela primeira vez, um homem tinha o privilégio de degustar o enorme pinto rosado de 18 cm de Ekin. Ian extremamente excitado com a cena, não permitiu que tudo continuasse por muito tempo sem sua intervenção: Mandou Bern chupar o seu pau e mandou Ekin penetrar o amigo... Ambos os jovens seguiram à risca as ordens do mestre. Ekin, pela primeira vez, sentia prazer penetrando em um ânus.
Ian ordenou a Ekin que tirasse seu pênis de dentro do rabo de Bern e o chamou para perto de si. O mestre segurou firme o rosto de Bern com uma de suas mãos, e continuou a manipular seu pênis com a outra, e ordenou a Ekin.
- Goza na cara dele, siga o mestre!
E dessa forma, todos gozaram. Ekin esporrou uma quantidade que jamais imaginava ser possível, enquanto via o leite de Ian jorrar e encharcar todo o rosto de Bern.
Infelizmente, nos outros dias, Ekin não foi convidado para participar das outras brincadeiras com seu mestre Ian, o que lhe causou certa frustração.
Aproximadamente uma semana depois, uma tempestade de proporções jamais vista por aqueles guerreiros atingiu o barco de nossos heróis (se é que podemos chamar ladrões de heróis). Mesmo sendo o navio Viking o que havia de melhor na tecnologia de sua época, e contendo os mais experientes navegadores então existentes, a nave sucumbiu. A força das ondas, vindas de todos os lados, arrebentava a madeira, como se fossem machados.
Todos a bordo foram lançados ao seu próprio destino no mar, cada um tentando agarrar-se a um pedaço de madeira para tentar ao menos, sobreviver. Ao cair do barco, Ekin conseguiu agarrar-se a um grande pedaço de madeira. Queria tentar salvar a vida de mais alguém, principalmente de Bern e de Ian. Mas uma correnteza começou a carregar sua prancha para longe do local do acidente. A correnteza arrastou esta madeira até uma região onde o mar era bem mais tranqüilo.
Como o mar tornou-se bem mais calmo, deitou-se sobre o pedaço de madeira, que passou a carregá-lo como uma jangada. Aguardando a morte inevitável, adormeceu.
...
Ao acordar, Ekin abriu os olhos lentamente, viu que estava numa pequena faixa de praia.
Não sabia se ainda era a Escandinávia, se havia chegado à Inglaterra, ou se o mar o levara para outro lugar distante. Porém sabia que estava vivo, pois a fome apertava e pôs-se a procurar uma árvore com frutas ou algum animal perdido pelo local. Ekin entrou numa floresta muito verde e densa, uma mata quase fechada que se iniciava na praia.
Depois de muito vasculhar a floresta, Ekin reparou que estava num local completamente atípico, pois não conseguia encontrar naquela mata, nenhum tipo de animal, inseto ou fruta. Por sorte, avista um castelo ao longe, no alto de uma montanha. Temeu ser reconhecido como Viking, mas suas roupas estavam muito rasgadas e ele estava sem chapéu, o que poderia fazer com que tivesse alguma chance de ser socorrido ou alimentado.
A fome extrema e a total falta do que comer naquela floresta o fez aproximar-se do castelo...






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